Há experiências que se constroem nos pequenos gestos, na dedicação e nas relações que se fortalecem ao longo do tempo. Neste testemunho, a Dora partilha uma reflexão sobre o percurso vivido, marcado pelo espírito de voluntariado, pela gratidão e pelos laços criados com todos aqueles que fizeram parte desta caminhada.
O compromisso que assumi perante os beneficiários da Marinha Grande, e a qualidade do carinho deles, fizeram-me perseguir constantemente a ambição de entrar, creiam, com alguma dificuldade, ser uma voluntária responsável e empenhada e continuo a esforçar-me…
Gostava ainda de exprimir alguns sentimentos e momentos das atividades e da partilha.
Então, começando pelo princípio agradeço aos meus voluntários o privilégio de os ter comigo e ao meu lado nas tardes de terça-feira onde, juntos, desenvolvemos imensas atividades, com os beneficiários; algumas orientadas outras ao gosto deles.
Agradeço aos nossos Velhos Amigos, e são muitos, a companhia, a alegria, a simpatia e cumplicidade nos momentos vivenciados na delegação.
Juntos temos feito uma caminhada que tem sido fácil e fascinante; temos vivido umas tardes boas e proveitosas; estou feliz a agradecida.
Obrigada por cada momento, cada sorriso, cada presença. Agora é tempo de fazer uma pausa e aproveitar o sol. Encontramo-nos de novo no outono e, com certeza com a mesma alegria e vontade de continuarmos nas nossas atividades criativas de terça-feira à tarde.
O mês de setembro será marcado pelo reinício das viviparidades depois das férias. É um conjunto de iniciativas, que reforçam o compromisso da instituição com o voluntariado, a solidariedade e a proximidade junto da comunidade.
Agenda:
5 de setembro , 2ª Feira Vintage Atlas, das 10h00 às 18h00, no espaço exterior situado nas traseiras do Teatro Stephens;
12 de setembro, Sessão de Integração/acolhimento de voluntários, Lisboa, das 9h30 às 11h30.
Atividades com os beneficiários nas Delegações:
Marinha Grande, todas as terças-feiras, das 14h30 às 17h00;
Pombal, todas as quintas-feiras, das 14h30 às 17h00;
Por detrás de cada beijinho e de cada cavaca vendidos estiveram dezenas de horas de dedicação, espírito de equipa e vontade de servir a comunidade. Ao longo de quatro dias, voluntários de diferentes idades e localidades uniram-se para manter viva uma das tradições mais emblemáticas da região, demonstrando que o verdadeiro valor desta iniciativa vai muito além da gastronomia.
Durante quatro dias dedicados à venda dos tradicionais beijinhos e cavacas, Ana destacou que a iniciativa contou diariamente com a colaboração de vários voluntários, que asseguraram o funcionamento do espaço desde o final da tarde até à madrugada. Apesar das longas horas de serviço, considerou que todo o esforço foi amplamente recompensado pelo ambiente vivido e pela satisfação de contribuir para a preservação de uma tradição que atravessa gerações. Na sua perspetiva, doar parte do seu tempo à comunidade constituiu uma forma de manter vivo um património que pertence a todos e de transmitir um espírito de solidariedade e partilha.
Conceição, que participou pelo terceiro ano consecutivo, recordou que, antes de integrar este grupo, desconhecia completamente os beijinhos e as cavacas. Referiu que esta experiência lhe proporcionou um enriquecimento pessoal e momentos de verdadeiro convívio, salientando que as cavacas locais, menos doces do que outras variedades conhecidas, conquistavam facilmente quem as provava. Considerou que, mais do que promover um produto tradicional, a iniciativa fortaleceu os laços entre voluntários e visitantes, demonstrando que a dedicação de algumas horas da vida de cada um podia criar momentos de união e de partilha.
Para Gina, estreante nesta experiência, a participação revelou-se profundamente gratificante. Afirmou ter-se sentido realizada por dedicar parte do seu tempo a uma causa que uniu pessoas em torno das tradições e do voluntariado. Entendeu que iniciativas desta natureza demonstraram como pequenos gestos de disponibilidade podiam fazer a diferença e contribuir para uma sociedade mais solidária, onde a entrega voluntária de tempo representava um dos mais nobres atos de generosidade.
Daniela, natural de Pombal e voluntária desde as primeiras edições desta iniciativa, afirmou que regressava todos os anos com o mesmo entusiasmo. Explicou que assumia esta participação como um compromisso para com a comunidade e uma forma de retribuir aquilo que a sua terra lhe proporcionara ao longo da vida. Destacou ainda que um dos aspetos mais marcantes foi a presença de voluntários provenientes de diferentes localidades, como Leiria, Coimbra, Marinha Grande e Batalha, que uniram esforços em torno de um objetivo comum. Na sua opinião, esta diversidade demonstrou que o voluntariado ultrapassou fronteiras geográficas e constituiu um exemplo inspirador de cidadania, entrega e espírito de partilha, valores que considerou fundamentais para continuar a transmitir à sociedade e às novas gerações.
Há gestos que vão muito além da entrega de bens essenciais. O projeto Escolas Solidárias, promovido pela Atlas, People Like Us, é um exemplo de como a solidariedade, o voluntariado e a colaboração entre parceiros podem transformar a vida de dezenas de famílias em situação de vulnerabilidade. Ao longo do ano letivo, esta iniciativa voltou a demonstrar que a força de uma comunidade unida faz da esperança uma realidade, cabaz após cabaz.
O “Escolas Solidárias” é um dos projetos de grande impacto social da Atlas – People Like Us, criado com o objetivo de apoiar famílias em situação de maior vulnerabilidade, sinalizadas pelos agrupamentos de escolas da Marinha Grande.
Todos os meses, são preparados e entregues cerca de 25 cabazes alimentares e de bens essenciais, permitindo responder, de forma regular, às necessidades de dezenas de famílias. Mais do que um apoio material, este projeto representa um compromisso com a dignidade, a inclusão e a solidariedade, valores que orientam diariamente a missão da Atlas.
O sucesso desta iniciativa só é possível graças ao envolvimento de uma vasta rede de parceiros e voluntários. A Câmara Municipal da Marinha Grande tem sido um destes parceiros. Os bens que integram os cabazes resultam de várias ações de recolha e de donativos regulares da comunidade.
Destacam-se os bens angariados nos “Encontros ao Serão” promovidos pela Atlas, bem como o apoio contínuo da empresa Joutil, do Dr. Francisco Henriques e Graça e da Sofia, do Restaurante Sofia, que, com enorme generosidade, contribuem regularmente para este projeto. Em épocas festivas, merece também especial reconhecimento a dedicação da Célia, de Célia Cabeleireiros, que promove campanhas de angariação de bens, mobilizando clientes e comunidade para esta causa solidária. Por vezes, há ainda doação de bens por outros voluntários, a qual é igualmente fundamental.
O projeto conta também com um grupo de voluntários dedicado à sua execução. É este grupo que, todos os meses, organiza os bens recebidos, prepara cuidadosamente cada cabaz, procede à sua entrega nos agrupamentos de escolas e, no mês seguinte, recolhe os cabazes reutilizáveis para um novo ciclo de distribuição.
Há ainda a contribuição generosa de bens por parte do grupo de cabazes, garantindo que nunca sejam entregues cabazes sem estarem devidamente apetrechados. Este trabalho, realizado com dedicação e espírito de missão, é essencial para assegurar que todo o processo decorra de forma organizada e eficiente.
Durante o presente ano letivo, foram entregues 225 cabazes, um número que reflete o alcance e a importância desta resposta social junto das famílias apoiadas.
O “Escolas Solidárias” é muito mais do que um projeto de distribuição de bens. É uma iniciativa que reforça os valores da Atlas – People Like Us, promovendo a solidariedade, o compromisso com a comunidade e o respeito pela dignidade de cada família. Cada cabaz entregue representa um gesto de esperança, proximidade e apoio, demonstrando que, quando comunidade, parceiros e voluntários se unem, é possível fazer a diferença na vida de muitas pessoas.
Entre os dias 18 e 23 de junho, a ATLAS esteve presente nas Festas da Maceira, reforçando a sua proximidade com a comunidade. A participação permitiu divulgar a missão da associação, criar novas ligações e partilhar momentos de convívio, num ambiente de grande participação e espírito comunitário.
As Festas da Maceira, que decorreram entre 18 e 23 de junho, foram uma excelente oportunidade para estar mais próximo da comunidade, dar a conhecer a ATLAS, partilhar experiências, angariar voluntários e reforçar relações, num ambiente de grande convívio e boa disposição.
Foi um privilégio para a ATLAS fazer parte deste evento, contribuindo para mais uma edição marcada pela excelente organização, pelo espírito de união e pelos bons momentos vividos entre todos os participantes.
Agradecemos à Junta de Freguesia da Maceira pela oportunidade, bem como a todos os que nos visitaram e tornaram esta experiência tão positiva.
Continuaremos empenhados em estar presentes junto das pessoas e em apoiar iniciativas que promovam o desenvolvimento da ATLAS.
Entrar para a ATLAS foi o início de uma experiência profundamente enriquecedora. Integrando o projeto Velhos Amigos, descobriu que o voluntariado vai muito além da entrega de uma refeição, é também levar companhia, escuta e esperança a quem mais precisa. Um testemunho que revela o verdadeiro valor da solidariedade.
Tornei-me voluntária da Atlas em dezembro de 2025, integrando o projeto “Velhos Amigos”. Já conhecia o trabalho da Atlas desde a faculdade e sempre achei muito nobre que alguém dedicasse uma parte do seu tempo a trazer um pouco de companhia àqueles que muitas vezes deixaram de esperar por ela. Ser voluntário no “Velhos Amigos” é mais do que levar uma refeição quente a alguém. É também alimento para a alma, de quem recebe e de quem leva. Neste pouco tempo de voluntariado já ouvi várias vezes as nossas beneficiárias dizerem “fico à espera a semana toda que vocês venham”, e de repente duas horas transformam-se em mais, por tudo o que ficou guardado sem terem com quem partilhar. Faz-me pensar que no meio da correria da vida nos esquecemos do essencial e que afinal basta tão pouco para fazermos alguma diferença no dia de alguém. Fazer voluntariado não é apenas fazer algo pelo outro mas também por nós mesmos, é receber abraços de deixar o coração cheio e permitir que o nosso dia se transforme pela certeza de termos trazido algum alento ao dia de alguém.
A união entre os Caminheiros do Agrupamento 891 do Carriço e os voluntários da ATLAS proporcionou uma manhã de trabalho dedicada a melhorar a qualidade de vida de uma beneficiária do projeto Velhos Amigos. Limpeza, organização e cuidado do espaço mostraram que pequenos gestos podem transformar o dia de alguém. Mais uma prova de que, juntos, tudo pesa menos.
Aproveito a expressão já utilizada pela Atlas, pois ilustra bem o que se passou na manhã de sábado 27 de Junho!.
s Caminheiros do Agrupamento 891 do Carriço escolheram mais uma vez a ATLAS para realizarem uma Ação de apoio a “Velhos Amigos”.
💚Voluntários da ATLAS quiseram ter uma participação ativa nesta ação e a manhã foi dedicada a limpar, lavar, organizar e tratar do jardim
O resultado aqueceu-nos o coração e contribuiu para que a nossa Velha Amiga ficasse mais animada a desfrutar da refeição que lhe foi trazida pelos Voluntários na hora do almoço!.
Todos nós nos sentimos verdadeiros “Amigos em Casa” também um dos maravilhosos projetos da ATLAS.
O Pic-Nic da ATLAS voltou a demonstrar que o voluntariado também se constrói através da amizade e da convivência. Entre sorrisos, música, conversas e momentos de partilha, voluntários de diferentes delegações viveram uma jornada marcada pela união e pelo sentimento de pertença. Um encontro que deixou vontade de repetir a experiência.
Voluntários e amigos juntos damos a mão, partilhamos Sorrisos com o Atlas no Coração”, e é assim com este mote, que se pode afirmar que o Pic-Nic realizado no Troncão no ultimo domingo, tenha sido um sucesso de partilha de conversas, de risos, de abraços e até de boa disposição com musica e dança, e claro não podia faltar a boa comida e a bebida, essa que só serviu, claro, para brindar a Atlas!
Assim, quem esteve e vivenciou o evento, levou consigo momentos de pura diversão, amigos e voluntários das várias delegações (Leiria, Marinha Grande, Pombal, Alcobaça, Batalha e Maceira), que durante todo o ano dão o melhor de si em prol da causa, finalmente, puderam associar a cara e conhecer pessoalmente com quem, por vezes, só conhecem o seu nome e/ou a voz, divertindo-se em puro estilo festivo.
E ainda, não se pode deixar de se dar valor ao empenho e carinho, na programação e preparação do Pic-Nic, também na sua divulgação e sensibilidade, para que todos se sentissem acolhidos nesta família Atlas. Da parte dos que participaram com comida, bebida e presença um bem-haja! Se tempo houvesse ficar-se-ia até final do dia, fazendo um serão pela noite dentro, pois embora o calor, o vento e até as moscas chatistas, não abalaram o entusiasmo e felicidade que reinou ao longo de todo o Pic-Nic. Então, como conclusão, surge a questão: Para o ano há mais?
Muito mais do que um simples convívio, o Pic-Nic da ATLAS proporcionou uma tarde de reencontros, partilhas e boa disposição. Voluntários de várias delegações reuniram-se para fortalecer laços, trocar experiências e celebrar o trabalho desenvolvido ao longo do ano. Um encontro que reforçou o verdadeiro espírito da família ATLAS.
O Pic Nic da ATLAS foi muito mais do que um momento de convívio. Foi uma tarde de entrega, partilhas, amizade e muita boa energia, onde tivemos a oportunidade de fortalecer aquilo que nos une: a vontade de fazer a diferença.
Um dos momentos mais especiais foi conhecer voluntários de outras delegações, descobrir afinidades, trocar experiências e perceber que, apesar das diferentes origens, partilhamos os mesmos valores e a mesma missão.
Entre boa música, conversas que pareciam não ter fim, gargalhadas, danças e um ambiente contagiante de alegria, criámos memórias que ficarão connosco por muito tempo. Porque também é nestes momentos de descontração que se constrói uma comunidade mais forte e mais próxima.
Que estes encontros se tornem uma tradição. Que continuemos a criar oportunidades para nos conhecermos melhor, reforçar laços e espalhar a boa energia por onde passarmos.
Ser voluntário da ATLAS é dar de coração, em grande. Mas é também descobrir que, quando damos aos outros, recebemos sempre muito mais em troca. E foi exatamente isso que vivemos nesta tarde inesquecível. A todos os que participaram e ajudaram a tornar esta tarde inesquecível, o nosso sincero agradecimento. São estes momentos que fortalecem a ATLAS e nos inspiram a continuar a construir uma comunidade cada vez mais unida, solidária e humana.
Que venham muitos mais encontros como este! Danielle Silva
A ATLAS realizou, em Pombal, uma Sessão de Integração e Formação destinada aos novos voluntários da associação. A iniciativa permitiu apresentar a missão, os valores e os principais projetos da instituição, promovendo também a partilha de experiências entre voluntários mais antigos e os recém-chegados. Um momento de aprendizagem e acolhimento que reforçou o espírito de equipa.
No passado dia 6, em Pombal, a ATLAS promoveu uma Sessão de Integração e Formação para acolher novos voluntários. A sessão contou com a participação de voluntários mais antigos e foi dinamizada pela Psicóloga e Coordenadora Geral do Voluntariado, Sofia Carruço.
A sessão teve como objetivos apresentar a estrutura funcional da Associação, os seus recursos humanos, valores e os principais projetos da ATLAS, bem como dotar os participantes de ferramentas práticas para o exercício do voluntariado.
A participação entusiástica dos voluntários mais antigos foi fundamental. Os seus testemunhos e a partilha de experiências criaram pontes entre quem agora chega e quem já faz parte da nossa equipa há mais tempo.
Foi um momento de acolhimento, aprendizagem e reforço do espírito de equipa que caracteriza a ATLAS e a sua atividade. Ficou claro como cada um pode fazer a diferença.
Agradecemos aos voluntários mais antigos que marcaram presença, partilharam experiências e asseguram a continuidade do voluntariado na ATLAS. São, sem dúvida, uma inspiração para quem está a chegar.
Um obrigado aos novos voluntários pela escolha da ATLAS para exercerem esta nobre missão. Desejamos-vos um percurso de enriquecimento pessoal ao serviço da comunidade. Um agradecimento especial à voluntária Sofia Carruço, que preparou e dinamizou uma sessão que agradou muito a todos os presentes.
Comentários