Sem Categoria

O Natal da ATLAS

Nestes tempos estranhos que vivemos, a ATLAS está lentamente a voltar à sua normalidade… E foi como bastante alegria e entusiasmo que voltámos aos eventos presenciais de Natal.

Estes eventos levam a ATLAS para juntos das pessoas, fazendo com muitas delas conheçam pela primeira vez a nossa associação e o nosso trabalho e contribuam para que os nossos projetos continuem no terreno.

Na cidade de Leiria, estivemos presentes no Jardim Solidário, no Jardim Luís de Camões, de 28 de novembro a 19 de dezembro, aos fins de semana e feriados. A nossa barraquinha esteve recheada de boas energias, pessoas fantásticas e iguarias incríveis. As gomas, o vinho quente, os queques e as filhoses foram um sucesso!

Marinha Grande, de 17 a 23 de dezembro, decorreu o Mercadinho de Natal, no Parque da Cerca. Estes dias foram marcados pela generosidade, empenho, dedicação e convívio dos nossos voluntários e de todos os que nos visitaram nestes dias. O maior sucesso deste ano foram coscorões “da Vieira”, que se venderam muito bem e até houve encomendas!

Ano após ano, sábado após sábado, evento após evento, os nossos voluntários demonstram o seu compromisso e o seu amor para com a ATLAS! Um abraço de coração a todos vós!

Autora:

Joana Caetano

Voluntária da ATLAS

Ler Mais

Eventos em dezembro

Visite-nos e, como tão bem diz a Dora Rodrigues, tragam a vossa excelente disposição e alegria!

Em Leiria, nos fins de semana de 11 e 12, e 18 e 19 das 12H00 às 18H00, o Jardim Solidário, no Jardim Luís de Camões.

Pode ser uma imagem de ao ar livre

Na Marinha Grande, o Mercadinho de Natal, dia 17 das 18 às 21H30, dias 18 e 19 das 11 às 21H30, dias 20, 21, 22 e 23 das 14H30 às 21H30, no Parque da Cerca.

Ler Mais

Burnout

No dia 19 de novembro realizou-se na Delegação ATLAS da Marinha Grande mais um “Encontro ao Serão”, uma iniciativa que em cada sessão se tem revelado muito interessante e agradável. Neste encontro o tema foi o “Burnout”, apresentado pela voluntária Catarina Fortunato.

Falar deste evento é simultaneamente fácil e difícil. Começo pela parte fácil: A forma amigável e acolhedora como fomos recebidos pelos anfitriões, a Dora Birrento  e a equipa da Marinha Grande, o cuidado que puseram na preparação da sala, e a simpatia e profundo conhecimento do assunto que a oradora, Catarina Fortunato, tão claramente nos fez sentir.

Falar de assuntos sérios e complexos de uma forma acessível e interessante, que faz com que tudo pareça fácil, é uma arte que a Catarina tem em abundância, mas que falta ao autor destas linhas. E é aqui que entro na parte difícil deste texto: Escrever umas linhas que façam justiça à qualidade do que foi dito! Confesso que não consigo melhor solução de que respigar das próprias palavras da Catarina algumas das ideias apresentou.

Comecemos pelo título e subtítulo da apresentação, que constituem por si só, um tema para reflexão: “Sinto que preciso de parar: Será que estou a entrar em Burnout?” e “A importância do cuidado e da instalação de microhábitos” que, como nos referiu, tratam-se de passos positivos em direção a uma vida que nos faça sentir mais realizados. Mas o que é o “burnout”? Segundo a Organização Mundial de Saúde, trata-se de um “fenómeno ocupacional”, uma “síndrome” (conjunto de sinais e sintomas que caracterizam uma doença) “causado por stress laboral crónico mal gerido”, que se manifesta por “exaustão emocional, despersonalização/desumanização, e baixa realização profissional”. É fácil perceber as consequências destes sinais e sintomas nas nossas vidas profissionais e privadas! E não se pense que estamos a falar de algo que só acontece aos outros ou que, se nos acontecer, significará que somos fracos num mundo de fortes e, por isso, o melhor será carregarmos sozinhos as nossas dificuldades! Não, definitivamente nenhuma dessas situações corresponde à realidade! “Portugal é o país europeu com maior risco de burnout” e “se algum dia sentirmos que estamos a precisar que cuidem de nós, não é um fracasso pedirmos ajuda!” Bem pelo contrário: “É sim um ato de coragem e de querer recomeçar”! Por isso “precisamos de parar para cuidar de nós próprios! Só assim poderemos garantir que daremos o melhor de nós a cuidar dos outros” e “se estamos realmente empenhados em cuidar das pessoas de quem mais gostamos e em termos mais sucesso na nossa vida profissional, a nossa prioridade deve ser sempre: Investirmos em nós próprios!”

O debate que se seguiu entre os 24 participantes no Serão foi um sinal de quanto o assunto interessou a todos. Um debate vivo e amigável entre pessoas conscientes das dificuldades que a vida nos pode trazer por razões absolutamente externas à nossa vontade, mas que acreditam que “quando nós mudamos, tudo à nossa volta muda!”

A Catarina terminou com um desafio a cada um dos participantes: “O que levo daqui hoje para implementar já amanhã?”. Pela minha parte, o que fiz no dia seguinte, guardo para mim, mas o que certamente farei para o ano, partilho convosco: Assistir à apresentação que a Catarina nos prometeu fazer num Serão em 2022!

Obrigado, Catarina!


Autor
Rui Bingre
Voluntário da ATLAS

Ler Mais

Medronho, entre sonetos e o escarlate antioxidante de um fruto exuberante!

É de inverno e tem cores notáveis que vão desde o verde esperança (essa ESPERANÇA que tanto precisamos para sacudir esta pandemia); passando pela cor laranja que enaltece prosperidade, força, coragem e ousadia. Já mais para o final, antes de podermos degustar o seu esplendor aromático, o Medronho, fruto do Medronheiro (Arbutus unedo L.), esta pequena e maravilhosa baga, ostenta o seu vermelho rubro de paixão, um escarlate inconfundível repleto de poder, de energia e sedução. Eugénio de Castro (Coimbra, 1869 —1944) dedicou-lhe a Mantilha de Medronhos, que retrata uma das suas viagens a Espanha numa das suas obras de sonetos, tendo logo no poema de abertura arrematado com “Olé, olé, salero (pequeno-almoço)! … de medronhos compus a mantilha/para alindar com ela a minha Musa: Portuguesa, parece uma andaluza/envolta em xaile de Manilha”. Segundo Carvalho J.A. (2007), este poeta Conimbricense do Séc. XIX, terá usado esta paleta de cores do Medronho para relacionar a sua paixão pela pátria mãe, nomeadamente as cores vermelho rubro do fruto e o verde das folhas. Terá ainda, no mesmo andamento de sonetos, usado este delicioso fruto mediterrânico para sugerir a cor dos lábios de uma mulher, curiosamente não espanhola mas inglesa, que terá encontrado em La Alhambra “tez albirrosada, /louras tranças…, não trazia mantilha…”.

Talvez o Professor, Doutor em Letras, Eugénio de Castro não soubesse à época em que lecionava na Universidade de Coimbra, que deste fruto brotam prolixos, atributos químicos apenas comparáveis aos mais notáveis frutos vermelhos e bagas que encontramos em poucas geografias do mundo. É todo um manancial de ácidos orgânicos, uma luxúria de compostos bioativos com atividade antioxidante, de fibra e de açúcares gulosamente simples e complexos. São os aclamados e aplaudidos ómega3, as prestigiadas vitaminas C e D, entre muitos outros que o léxico encomendado não chega para os retratar.

Descubra-o, porém, no seu arbusto, nos ecossistemas que circundam a urbe, nos morros e nas cordilheiras, nas passeatas higiénicas ou nas corridas frenéticas. Descubra-o nas tardes bucólicas de outono enamoradas de vermelho rubro que cai sobre o horizonte, descubra-o num voluptuoso Medronho de intenso vermelho…, ou nos lábios escarlates de uma musa…, descubra o Medronho!


Autor
Rui Lopes
Voluntário da ATLAS. Nutricionista apaixonado por Medronhos

Ler Mais

Natal

Natal é por si só uma palavra mágica que nos transporta para a nossa infância, para cenários mágicos cheios de luz, odores e sabores. Que nos aguçam os 5 sentidos e que nos fazem entrar num Universo de paz e alegria que não tem paralelo com outras épocas do ano. É também uma altura de renovação, de gratidão e fraternidade, em que o outro entra na nossa vida como se lhe pertencesse, em que estamos mais receptivos e atentos aos que nos rodeiam de perto, bem como, aos que temos como mais vulneráveis e frágeis.

Natal é o que fazemos todo o ano aqui na Atlas, quando transportamos um pouco de nós para aqueles que nos parecem precisar mais. E é nesta dádiva pessoal que queremos continuar a fazer Natal sempre. Com menos luzes e aromas é certo, mas com o espírito de doação que nos caracteriza. 

É altura de agradecer a quem é voluntário nesta casa, a quem trabalha aqui, a quem é nosso parceiro e faz também as coisas acontecerem. É altura de agradecer às famílias dos nossos voluntários que sabem partilhar esta gente linda que tem lá em casa com os nossos beneficiários. 

A família Atlas celebra o Natal como vive o ano inteiro: centrada nos outros.

Vem aí um novo ano, que não se perspectiva fácil, mas que saberemos superar com a leveza e o entusiamo que nos caracteriza. Somos e seremos sempre um porto seguro para quem nos procura. Queremos e estamos a crescer, mas sem perder o melhor que temos, a partilha e a simplicidade. 

Feliz Natal para todos!


Autora
Helena Vasconcelos
Voluntária e Presidente da ATLAS

Ler Mais

Encontro ao Serão – Burnout

 “Sinto que preciso de parar, será que estou a entrar em Burnout?”  

Temos Encontro ao Serão marcado para dia 19 de novembro, às 21h00, em modo presencial, na Delegação da ATLAS na Marinha Grande.

Sente que vive numa constante correria e que a vida lhe está a passar ao lado?

Sente que precisava de “desligar a ficha”, por momentos, para poder recuperar energias? 

Então, junte-se a nós nesta conversa informal, sobre a importância de cuidarmos de nós próprios e de instalarmos microhábitos para evitarmos que a sobrecarga do dia-a-dia domine as nossas vidas.  

Na fase que atravessamos, mais do que nunca, precisamos de recuperar a tranquilidade e de aumentar a nossa realização pessoal e profissional!

Vamos falar de Burnout  com a nossa oradora convidada Catarina Fortunato, Médica Interna de Medicina Geral e Familiar  e Pós-Graduada em  Sexologia e Terapia de Casal. 

Quem quer passar o Serão connosco? 

Dia 19 de novembro de 2021, sexta feira 21h

Ler Mais

Quando Eu Morrer Vocês, Amigos Leitores, Serão Parte do Meu Futuro.

Sim, quando eu morrer o leitor ou leitora que me lê e partilha momentos de vida, como o voluntariado no Velhos Amigos, será o meu futuro… e refiro-me ao meu futuro aqui na Terra.

Tenho 67 anos. Há vinte anos, nas raríssimas vezes em que pensava na morte, tinha a certeza que quando chegasse a esta idade e as maleitas começassem a fazer parte do quotidiano, bastaria ir a uma estação de recarregamento de saúde, encostar a mão a um manípulo e em cinco minutos estaria recarregado para mais 67 anos de saúde… quiçá a eternidade!

Há dez anos já sabia que não seria assim. Não haveria recarregamentos até à eternidade, mas, com sorte e empenho de gente sabedora, um prolongamento do tempo de estada na Terra. Mas a vida acabaria. E com essa certeza, vieram a dúvida e as reflexões sobre o sentido da vida. Com a energia, a esperança e a capacidade de sonhar que ainda tinha aos 57 anos, pensei que a morte física seria o menor dos males se comparado com a eternidade cantada por Camões em “…aqueles que por obras valerosas se vão da lei da morte libertando…”. Nesses meus últimos laivos de ingenuidade, pensei que se conseguisse realizar uma “obra valerosa”, quiçá um livro, um dia deixaria fisicamente de existir, mas ficaria um legado que me libertaria da lei da morte.

Hoje, sei que não será assim. Como Camões, roguei inspiração às musas. Acredito que elas terão tentado arduamente inspirar-me, mas, ao contrário de Camões, não tiveram da minha parte a ajuda do engenho e arte. Confesso, aliás, que o meu engenho e arte não se comparará sequer ao de Jau, o mais fiel amigo de Camões, que cuidou do poeta nos últimos e difíceis anos de Camões.

E é assim que hoje, sem manípulos de carregamento de eternidade física, e sem engenho e arte, resta-me ser o Jau da minha vida. Não ficará obra feita, nem um legado que me libertará da lei da morte. Mas ficará a certeza de ter feito o melhor que soube e fui capaz com aqueles que amei e respeitei, família e amigos, pessoas boas que tive, e tenho, a felicidade de conhecer e partilhar a vida na Terra. E com esta certeza fica a esperança de, mesmo depois de ter deixado de existir fisicamente, a recordação que alguém possa ter de mim, traga-lhe um momento de saudade que, por pequena que seja, será o meu futuro depois do tempo que vivi na Terra. Sei que um dia também a família e os amigos deixarão de poder recordar-me. Como será, então, a eternidade em que pensei? Sinceramente, quando a última pessoa que partilhou a vida comigo, ou momentos da vida, abraçou-me e sorriu-me, não puder recordar-me, o que me interessará a eternidade?


Autor
Rui Bingre
Voluntário ATLAS no Projeto Velhos Amigos em Leiria.

Ler Mais

Voluntários do Atlas: Cada Um Como Parte de Um Todo Maior!

Este início de ano 2022 levou-me a revisitar a ATLAS: somos grandes em número (de beneficiários, voluntários, parceiros sociais, territórios de atuação) e em força de vontade para ser alavanca para o bem comum. 

Também neste início de ano entraram duas novas Técnicas na ATLAS, A Sara Dias e a Patrícia Silva, o que constitui “uma nova oportunidade para sermos melhores pessoas e crescermos com a ATLAS”, como reincidentemente ouvimos dizer à nossa voluntária Irene Primitivo. De facto, o Trabalho Técnico, nesta nossa Organização, é propulsor de nova atividade (como são exemplo as candidaturas e prémios ganhos pela ATLAS) e é unificador tanto da imagem da ATLAS refletida para o exterior, como da atuação nos vários projetos e do contributo dos vários intervenientes. 

Cada voluntário (elemento de equipa, coordenador de projeto, elemento dos órgãos sociais, entidade parceira) acresce valor à Organização e juntos exponenciamos o potencial do que pode ser feito, porque partilhamos dos mesmos Valores que definem a ATLAS: solidariedade, transparência, cooperação, compromisso e criatividade.

Em cada Missão ATLAS é claro o objetivo ao qual nos propomos (seja levar a refeição aos Velhos Amigos, entregar um cabaz alimentar a uma família carenciada, prestar apoio a um beneficiário, etc.), o que motiva o nosso envolvimento para com a causa solidária.

O que mais queremos fazer nas nossas comunidades? A quem mais queremos chegar?Revisito a ATLAS e vejo a vida que acrescenta à civitas, que, em latim, significa cidade, como espaço para o exercício da cidadania, para promover os direitos dos cidadãos (e para cuidar). A Atlas são pessoas empenhadas em cooperar para promover o bem-estar de outras pessoas: cada um como parte de um todo maior!


Autora
Sofia Carruço
Psicóloga e Voluntária na Atlas – People Like Us, em Leiria

Ler Mais

Patrícia

Conhecemos a Patrícia num fim de tarde, já lusco-fusco, e enquanto ela nos ia falando da sua experiência profissional e das suas expetativas com o ATLAS, a sala da sede de Leiria, iluminou-se. Ela encheu-nos de luz, de esperança e de entusiasmo.

Foi também isso que viram os voluntários que estiveram presentes no Encontro ao Serão do passado dia 19 de outubro, desta vez em modo presencial.

Demos as boas vindas à Patrícia Silva e ela deu-se a conhecer. Falou-nos em tom tranquilo, sem deixar de ser vibrante, do seu percurso profissional repleto de vivências na área da coordenação e gestão de projetos de voluntariado em Portugal e na Europa. Ficámos a saber que já correu mundo: da sua experiência pessoal, social e profissional de voluntariado em diferentes organizações, conheceu a Noruega, o Sudeste Asiático, a China, a Austrália e a Nova Zelândia. E conhecemos a sua veia empreendedora na área da produção de gelados artesanais e gestão de vendas, tendo mesmo implementado um projeto de empreendedorismo utilizando o gelado artesanal na promoção do desenvolvimento local. 

Nas palavras da Patrícia “a grandeza das coisas está na sua simplicidade. Quanto mais simples tornarmos os processos de trabalho e de realização pessoal mais acessíveis estes serão e como tal, mais possíveis de concretizar”. 

A Patrícia faz-nos acreditar ainda mais no Futuro do Atlas e faz-nos querer ser melhores. As suas competências, a sua experiência profissional e as suas vivências, em consonância com a Missão e os Valores do ATLAS, certamente hão-de criar alavancas para o crescimento do ATLAS.  

É nisto que acreditamos. Obrigada Patrícia por, também tu, teres escolhido o ATLAS. Bem-vinda!


Autora
Irene Primitivo
Voluntária ATLAS no Projeto Velhos Amigos em Leiria. Membro da Direcção.

Ler Mais

Encontro ao Serão no dia 19 de outubro

Aconteceu mais um Encontro ao Serão no dia 19 de outubro, na sede de Leiria. Finalmente conseguimos ter um momento de convívio presencial que aproveitámos para dar as boas vindas da Patrícia Silva ao ATLAS e dar conta dos novos projetos do ATLAS para 2021-2022. 

Estiveram presentes algumas dezenas de voluntários e não faltaram bolos, chá e café, que só foram servidos depois de ter sido cumprido o programa do evento.

Depois de ouvirmos a Patrícia falar de si e de percebemos que é uma profissional cheia de talento, criatividade, simplicidade e humanidade, apresentámos alguns dos projetos em curso no Atlas que, sumariamente, resumimos para quem não esteve presente:

Projeto financiado pelo Portugal 2020 que traz soluções de monitorização para promover a segurança, a saúde e o bem-estar dos idosos, com os dispositivos de georreferenciação, e os tablets que permitirão desenvolver atividades de estimulação cognitiva e manter uma rede de contactos; 

O Projeto Amigos em Casa, uma candidatura do Programa VINCI para a Cidadania em que se pretende melhorar as condições de habitabilidade das casas dos(as) idosos(as), contribuindo para um aumento do seu bem-estar, conforto e segurança;

Candidatura da Fidelidade que está a terminar e com a qual conseguimos ativar o merchandising da Atlas que já é visível com a newsletter, o novo site, os novos vídeos e a loja virtual do ATLAS;

Saco à Baixa– uma parceria do ATLAS que decorre na Baixa de Coimbra, em que se fomenta o cruzamento das artes manuais tradicionais associadas à mulher, – costura, bordado, crochet – com as práticas artísticas do Design, da Ilustração e da Serigrafia.

Freedomcrickets – uma parceria do ATLAS que conjuga a criação de uma unidade de trabalho no Estabelecimento Prisional de Leiria – Jovens (EPL-J), centrada na produção de insetos para alimentação animal e humana, com a criação e concretização de um programa holístico na preparação do regresso à liberdade de jovens em cumprimento de penas privativas da liberdade no EPL-J. 

Finalizámos o Encontro ao Serão com a esperança do retorno à normalidade com a Aldeia Solidária no Natal, o Arraial, a Gala com os Parceiros, as Festas do Bodo, as Festas da Cidade na Marinha Grande, a Feira de Leiria, o Chá das 5 e tantos outros encontros dos quais estamos todos tão saudosos!


Autora
Irene Primitivo
Voluntária ATLAS no Projeto Velhos Amigos em Leiria. Membro da Direcção.

Ler Mais