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Feira Vintage Atlas promete dar nova vida a memórias e objetos com história

Há objetos que guardam histórias, memórias e pequenos pedaços do tempo. No próximo dia 30 de maio, a Atlas convida a comunidade a descobrir tesouros escondidos, apoiar uma causa solidária e viver um dia diferente, cheio de convívio, alegria e partilha. A Feira Vintage da Marinha Grande nasce da criatividade, do voluntariado e da vontade de aproximar ainda mais a Atlas da comunidade.

No próximo sábado, dia 30 de maio, todos os caminhos vão dar à Marinha Grande.

No Largo Luís de Camões, atrás da igreja, entre as 10h00 e as 18h00, a Delegação da Marinha Grande vai realizar uma Feira Vintage Atlas.

Este evento começou a ganhar forma na mente criativa da nossa coordenadora, Dora Birrento, e concretiza-se graças ao generoso contributo de muitas pessoas e ao empenho dos nossos voluntários e voluntárias, que aderiram a esta ideia com o habitual entusiasmo e dinamismo.

Vamos dar uma nova vida a peças de roupa, bijuteria, livros, jogos, brinquedos e velharias, tudo a preços verdadeiramente simbólicos.

Com esta iniciativa, pretende-se reforçar a ligação da Atlas à comunidade, divulgar os nossos projetos e possibilitar a aquisição de artigos de segunda mão em bom estado e a custos reduzidos.

Contamos convosco. Juntem-se a nós e partilhem esta iniciativa com familiares e amigos, para fazermos desta feira um momento de alegria, convívio e boas compras.

Juntos somos mais fortes, melhores e mais capazes.

Até dia 30 de maio.

Élia Cruz

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Voluntariado, a força silenciosa que transforma comunidades

“VOLUNTARIADO, UMA FORÇA DE MUDANÇA”

O voluntariado continua a ser uma das maiores expressões de cidadania, solidariedade e compromisso humano. Em cada associação, em cada gesto e em cada hora dedicada ao próximo, existe uma força capaz de mudar vidas e fortalecer comunidades. Foi precisamente esse espírito que marcou o 2.º Fórum Nacional de Gestores de Voluntariado, um encontro de partilha, reconhecimento e valorização de quem faz do ajudar uma missão diária.

No passado dia 29 de abril, realizou-se, no Auditório do Teatro-Cine de Pombal, o 2.º Fórum Nacional de Gestores de Voluntariado, promovido pela Confederação Portuguesa do Voluntariado.

A Atlas, enquanto parceira do Banco de Voluntariado Dar as Mãos, esteve presente neste importante encontro e participou também no Marketplace, onde expôs merchandising, trabalhos desenvolvidos nos seus mais recentes projetos, bem como flyers e cartazes elucidativos das suas atividades.

A Confederação Portuguesa do Voluntariado defende direitos, dá voz e credibilidade ao voluntariado e, através destas iniciativas, contribui para dar visibilidade nacional ao trabalho desenvolvido pelas várias associações.

A CPV desempenha ainda um papel fundamental na recolha e tratamento de dados ligados ao voluntariado, uma vez que, sem números e registos concretos, esta realidade torna-se invisível para o Estado e para muitas empresas.

Também ao nível da formação, a Confederação tem tido uma intervenção relevante, promovendo diversas ações dirigidas a dirigentes e voluntários.

O evento contou ainda com um momento especial de agradecimento e homenagem aos formadores Paula Correia e Joaquim Serafim, nomes já conhecidos da Atlas, por terem dinamizado a formação realizada na Batalha, integrada nas comemorações do 17.º aniversário da Atlas. Ambos cessarão funções devido à extinção da CASES.

Estiveram representadas neste fórum várias dezenas de associações e bancos de voluntariado, tornando bem evidente o papel essencial dos gestores de voluntariado e, sobretudo, dos voluntários, na construção de uma sociedade mais humana e solidária.

A frase que deu mote a este evento resume, de forma particularmente feliz, a força transformadora presente em cada voluntário da Atlas.

Ana Paula Cordeiro

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As quintas-feiras em Pombal, onde ninguém fica esquecido

Mais do que simples encontros semanais, as tardes de quinta-feira em Pombal tornaram-se um verdadeiro abrigo de afetos, companhia e dignidade. Ali, entre jogos, conversas e gestos simples, nasce algo raro nos dias de hoje, o sentimento de pertença. Para muitos idosos, aquelas horas representam muito mais do que animação, representam atenção, memória, família e a certeza de que continuam a importar.

As tardes de quinta-feira em Pombal já são um marco na vivência dos idosos que as frequentam, pelo importante contributo que dão no combate ao isolamento e à solidão em que muitos se encontram. Funcionam como uma ponte entre a comunidade e quem vive mais só.

A dinâmica semanal é o coração da Atlas. Os seus voluntários não vão apenas estar presentes, vão criar rotina, pertença e propósito.

As atividades manuais e criativas ocupam a mente e as mãos, despertam conversas e fazem regressar muitas memórias antigas. Quando se juntam diferentes gerações, os mais velhos sentem-se úteis e os mais novos aprendem com as suas histórias e experiências.

Entretanto, fizeram também a descoberta do jogo do bingo e já não há tarde sem cartões, feijões e a cantilena dos números que vão saindo, até que alguém, com enorme entusiasmo, anuncia o tão esperado bingo.

A hora do lanche é quase uma terapia sem receita médica. Tudo começa logo com a preparação do bolo que será levado para partilhar. Por vezes, esse bolo ganha ainda mais significado quando recebe velas de aniversário, para cantar os parabéns e celebrar mais um ano de vida.

Para alguns, passaram-se anos sem que o aniversário fosse assinalado. Não houve um telefonema, um bolo ou uma simples palavra de carinho. Nestes encontros, porém, a mensagem é clara, tu existes, tu importas e fazes parte desta família.

A Atlas não dá apenas apoio. Dá lugar à mesa, dá colo nos aniversários e oferece motivos para sorrir.

Adelaide Conceição

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Entre jogos, sorrisos e partilhas, uma tarde cheia de carinho

Há tardes que aquecem o coração de forma simples e verdadeira. No cantinho da Atlas, cada encontro transforma-se num momento especial de convívio, amizade e alegria. Entre jogos, conversas e pequenos gestos de carinho, vão-se criando memórias que fazem bem à alma e dão ainda mais sentido ao trabalho dos voluntários.

O Nosso Cantinho

Mais uma tarde bem passada no nosso cantinho.

Ali, vamos partilhando boas experiências e muitos momentos de convívio e animação, através de jogos didáticos, como o bingo, loto, dominó, entre outros. Há também quem prefira pintar desenhos e dar asas à criatividade.

Com toda esta interação, é-nos possível desenvolver várias capacidades, como a estimulação mental, a expressão artística e a coordenação motora.

É sempre uma tarde muito animada, cheia de sorrisos, conversas e partilha de histórias.

Depois do lanchinho, tão apreciado por todos, chega o momento de regressar a casa. Da última vez, ficaram deliciados com o pão torrado com manteiga, um sabor simples que traz memórias de outros tempos e aconchego ao coração.

Nós, voluntários, sentimos que cumprimos verdadeiramente o nosso papel quando vemos aqueles sorrisos bonitos e recebemos palavras de agradecimento por mais uma tarde bem passada.

Rafaela Pereira

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Maio traz encontros, partilha e solidariedade à agenda da Atlas

O mês de maio chega com uma programação marcada pelo convívio, pela partilha de conhecimento e pelo reforço dos laços comunitários. Entre sessões de acolhimento, encontros temáticos, atividades com beneficiários e projetos intergeracionais, a Atlas continua a promover momentos de proximidade e apoio junto da comunidade. Mesmo perante os desafios causados pela tempestade Kristin, o espírito de união e dinamismo mantém-se bem vivo.

Agenda

  • 16 de maio, Sessão de Acolhimento de Voluntários, das 9h30 às 11h00, no Parque de Negócios de Alcobaça;
  • 28 de maio, Encontro ao Serão, com a oradora Rita Joana Pinheiro Maia, dedicado ao tema Cuidadores Informais e o Fim de Vida, em local ainda a definir;
  • 30 de maio, Feira Vintage Atlas, das 10h00 às 18h00, no Jardim Luís de Camões, na Marinha Grande.

Atividades com os beneficiários nas delegações

  • Marinha Grande, todas as terças-feiras: dias 5, 12, 19 e 26 de maio;
  • Pombal, todas as quintas-feiras: dias 7, 14, 21 e 28 de maio.

Sessões de Leituras Partilhadas, Projeto Ligar Gerações, em Leiria

  • 19 de maio, Escola José Saraiva, Leiria.
  • 13 de maio, Centro Escolar da Barreira, Leiria;

Nota

De momento, não se encontram a decorrer atividades regulares na Delegação de Leiria, devido ao impacto da tempestade Kristin, que afetou o espaço.

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D. Dulce, um coração solidário que nunca deixou a Atlas caminhar sozinha

Há pessoas que deixam marca não pelo que têm, mas pelo que dão aos outros. A D. Dulce é uma dessas pessoas. Com um sorriso sereno, uma palavra amiga e um espírito solidário que atravessa gerações, tornou-se um exemplo vivo da força da comunidade e da importância dos laços humanos. Mesmo perante dificuldades, nunca deixou de estender a mão a quem precisava, mostrando que a verdadeira riqueza está na capacidade de cuidar do próximo.

A D. Dulce faz parte da família Atlas há já bastante tempo. Entre conversas, atividades, jogos e momentos de convívio, encontrou na nossa delegação um espaço onde se sente acompanhada, acarinhada e feliz. “Gosto muito delas”, diz-nos com carinho, referindo-se à equipa da Atlas. “Gosto muito de lá estar.”

Natural de Ferreira de Aves, no distrito de Viseu, a D. Dulce traz consigo uma vida cheia de histórias, desafios e um enorme espírito de entreajuda. Ao longo dos anos, esteve ligada a várias causas solidárias, participou em peditórios e iniciativas de apoio social e continua, ainda hoje, a acreditar profundamente na importância de ajudar o próximo.

Depois da tempestade Kristin, que causou estragos na nossa delegação e obrigou à suspensão temporária das sessões, a D. Dulce sentiu um vazio difícil de esconder. As atividades da Atlas faziam parte da sua rotina e eram um importante momento de convívio e bem-estar. “Tínhamos atividades todas as semanas… e depois havia o lanchinho”, recorda com saudade.

Mas a saudade rapidamente se transformou em ação. Preocupada com a situação da Atlas e sensibilizada pelas dificuldades provocadas pelos estragos no espaço, a D. Dulce decidiu fazer aquilo que sempre soube fazer melhor, ajudar. Mesmo com dificuldades de mobilidade, percorreu as casas vizinhas e falou com pessoas conhecidas, tentando angariar contributos para ajudar na reparação do vidro partido e no regresso das sessões.

“Eu gosto de ajudar”, diz-nos. E foi exatamente isso que fez.

O gesto da D. Dulce vale muito mais do que uma ajuda financeira. É um testemunho do impacto que a Atlas tem na vida das pessoas. Mostra-nos que aquilo que construímos vai muito além das atividades, cria laços, sentimento de pertença e uma verdadeira comunidade.

Hoje, queremos agradecer à D. Dulce pela sua generosidade, pelo carinho que demonstra pela Atlas e pelo exemplo de solidariedade que nos deixa. Pessoas como a D. Dulce lembram-nos, todos os dias, porque vale a pena continuar.

Manuel Marques

Estagiário de Serviço Social

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Agenda Abril

Abril traz novos encontros e a continuidade de um compromisso que nunca se interrompe, cuidar, partilhar e estar presente, sempre com o mesmo sentido de missão.

Agenda:

Atividades com os beneficiários nas Delegações:

  • Marinha Grande (todas as terças-feiras): 7, 14, 21 e 28 de abril;
  • Pombal (todas as quintas-feiras): 2, 9, 16, 23 e 30 de abril;

Sessões de Leituras Partilhadas Projeto Ligar Gerações (Leiria):

  • 14 de abril: Escola Domingos Sequeira, Leiria;
  • 23 de abril: Escola José Saraiva, Leiria;

Nota:

  • De momento, não se encontram a decorrer atividades regulares na Delegação de Leiria, devido ao impacto da tempestade Kristin, que afetou o espaço.

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No dia 28, a Atlas celebrou mais um ano, 18 anos de dedicação a mudar vidas e a renovar esperança.

A celebração desta data, foi, sem dúvida, alegre e motivadora. O sarau com músicas e canções clássicas portuguesas foi excelente e colocou todo o público a cantar, a bater o pé e a balançar as mãos no ar ao ritmo das músicas de outrora. Foi comovente ver o a alegria dos “velhos amigos “a cantar e a bater palmas, também eles felizes com a alegria contagiante dos belíssimos cantores que dinamizaram o espetáculo.

Só posso desejar que esta caminhada continue e se possa expandir em novos projetos. Parabéns ATLAS!

“ Então
Bate, bate coração!
Louco, louco de ilusão!
A idade assim não tem valor
Crescer
Vai dar tempo para aprender (…) “

Inês Silva
Voluntária Atlas da Marinha Grande

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Uma noite que resistiu à tempestade e ganhou um novo propósito!

O espetáculo musical solidário da Atlas, integrado na celebração dos seus 18 anos, nasceu com um objetivo claro: angariar fundos que permitissem dar continuidade às suas atividades e projetos sociais.

Sob o mote “18 Anos de Atlas, Uma Noite de Música e Celebração”, o evento estava inicialmente marcado para o dia 21 de fevereiro de 2026, no Teatro José Lúcio da Silva, em Leiria. Seria um momento especial, que muito nos orgulhava, reunidos em torno da música, da solidariedade e do compromisso social e com as verbas angariadas a serem integralmente destinadas aos projetos da Atlas.

No entanto, a poucos dias da sua realização, a tempestade Kristin atingiu a nossa região, causando um impacto significativo na comunidade. Para além dos constrangimentos imediatos, provocou danos materiais e afetou diretamente várias famílias, em particular pessoas idosas, cujas habitações ficaram comprometidas. Perante este cenário, e colocando a segurança de todos em primeiro lugar, fomos obrigados a adiar o espetáculo.

Mais do que um simples adiamento, este momento levou-nos a refletir e a olhar com ainda mais atenção para as necessidades urgentes que emergiam no terreno. A tempestade evidenciou fragilidades que não podiam ser ignoradas, especialmente no que diz respeito às condições habitacionais de idosos que vivem sozinhos.

Foi assim que o espetáculo encontrou um novo propósito.

Reagendado para o dia 28 de março de 2026, o concerto manteve o seu caráter de celebração, mas passou a assumir uma missão ainda mais concreta: a angariação de fundos para a reabilitação habitacional de casas de idosos em situação de vulnerabilidade.

De forma simbólica e inesperada, esta nova data acabou por coincidir com o próprio dia de aniversário da Atlas, tornando a noite ainda mais especial e significativa. Aquilo que começou por ser um imprevisto transformou-se numa oportunidade única de celebrar o nosso percurso, reforçando simultaneamente o seu compromisso com a comunidade.

Mais do que uma noite de música, este evento transformou-se numa resposta direta às necessidades da nossa comunidade.

Com os melhores clássicos da música portuguesa como banda sonora, a noite de 28 de março
foi marcada pela união, pela solidariedade e pela vontade coletiva de fazer a diferença. Foi um
momento que refletiu aquilo que melhor define a Atlas: a capacidade de adaptação, a
proximidade às pessoas e o compromisso de agir quando é mais necessário.

A todos os que estiveram presentes, aos que apoiaram e aos que caminham connosco, o nosso mais sincero agradecimento.

Sara Dias

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Tempestade Kristin: quando a prioridade foi cuidar

A passagem da tempestade Kristin marcou profundamente a nossa comunidade e, inevitavelmente, a missão da Atlas. Mais do que um fenómeno meteorológico, foi um momento que exigiu resposta imediata, proximidade e, acima de tudo, cuidado com aqueles que mais precisam.

Desde o primeiro momento, a nossa maior preocupação foi garantir o bem-estar dos nossos beneficiários. Sabíamos que muitos poderiam estar em situação de maior vulnerabilidade, seja pelo isolamento, pelas condições das suas habitações ou pela dificuldade em lidar com os impactos de uma situação inesperada como esta.

Perante a falha de comunicações provocada pela tempestade, a nossa resposta teve de ser ainda mais próxima: mobilizámo-nos para realizar visitas no terreno, de forma a verificar como se encontravam os idosos e identificar possíveis necessidades urgentes. O objetivo foi simples, mas essencial: assegurar que ninguém ficava para trás.

A tempestade trouxe consigo desafios concretos, nomeadamente danos em habitações e dificuldades acrescidas no dia a dia de várias pessoas. Perante esta realidade, reforçámos o nosso compromisso de estar no terreno, escutar e agir, ajustando a nossa intervenção às necessidades identificadas.

Este momento veio também reforçar aquilo que está no centro da Atlas: a importância da proximidade, da resposta rápida e do cuidado humano. Mais do que apoiar, é estar presente, especialmente quando mais faz falta.

A todos os que se mobilizaram de forma incansável, o nosso profundo agradecimento. Foi essa dedicação que permitiu transformar um momento difícil numa resposta solidária e próxima. Porque, na Atlas, cuidar nunca é opcional, é a nossa prioridade.


Sara Dias

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