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QUANDO ALGUÉM DECIDE SER NATAL

Há datas que falam de luz, de família e de mesas cheias, mas também há silêncios que se tornam mais audíveis nesses mesmos dias. Na Atlas, conhecemos bem essa realidade e, por isso, acreditamos que o verdadeiro sentido das festas vive nos gestos que chegam onde a celebração nem sempre entra. Este texto conta a história de um desafio simples e profundamente humano, envolver crianças, jovens e adultos num voluntariado vivido com liberdade, consciência e coração. Uma prova clara de que o Natal não é apenas um dia no calendário, é uma escolha, repetida sempre que alguém decide estar presente.

Natal, Ano Novo, Dia de Reis… festividades… sinónimo de alegria, família, convívio… infelizmente na Atlas sabemos que nem todos os nossos beneficiários passarão estes dias assim. 

Sou catequista e sou voluntária da Atlas e faço questão que os meus catequizandos conheçam o que é ser voluntário e sejam voluntários voluntariamente, sem nenhuma obrigação. Claro que com eles estão os seus familiares e pessoas significativas.

Questionam-se o porquê disto tudo?… Pois… Este Natal lancei um desafio aos meus catequizandos e aos catequistas da Paróquia da Marinha Grande, através dos representantes no Secretariado de Catequese, do qual faço parte. O desafio foi conseguirmos um bolo rei para cada idosos apoiado pela Atlas, Marinha Grande. Associaram-se os 3 centros de Catequese: Casal de Malta ( Infância e adolescência, Picassinos ( grupo do 9 e 10 anos) e Marinha Grande, grupo da Catequista Isabel Mendes.  Referiu-se ainda que, quem quisesse, poderia participar na distribuição das refeições e conhecer os idosos.

Sou sincera… estava com algum receio, até ao sábado dia 20, de manhã, que as coisas não corressem bem… porém… e tendo por base o tema do Shema do dia 19: Tu És Natal… descobrimos que muitos, muitos quiseram ser Natal. Contribuíram com dinheiro, com bolos rei, com alimentos para cabazes para sortear e com a sua presença para ajudar…. Decorreu tão bem, que pudemos repetir dia 27 novamente… 

Sim, fomos Natal… Sim somos voluntários, sim estamos aqui! Foi o sinal que crianças, adolescentes e adultos disseram!

A todos eles digo: Obrigada

Obrigada em nome dos idosos que sorriram ao verem ” novos voluntários”, aos que tiveram novas visitas e aos que receberam um simples bolo rei mas que representava todo o amor e carinho da catequese da Marinha Grande, significando que não estão sozinhos.

Nós somos Natal!

Gracinda Mateus

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PEQUENOS GESTOS, MEMÓRIAS QUE FICAM

O início de um novo ano convida nos a renovar votos simples e essenciais, estar presentes, cuidar, não deixar ninguém para trás. Entre desejos de saúde e serenidade, há histórias concretas que dão corpo à missão, visitas que aquecem casas e aniversários que voltam a ter sentido. Os dois textos que se seguem falam disso mesmo, da força dos gestos pequenos, da alegria inesperada e do valor profundo de lembrar alguém que, naquele dia, continua a contar. São relatos diferentes, mas unidos pela mesma certeza, quando há presença e afeto, a solidão perde espaço e a vida ganha luz.

Neste início de 2026, desejamos a todos um ano novo cheio de saúde, serenidade e pequenos gestos de amor.

Que este novo ano nos traga mais encontros, mais sorrisos e mais cuidado com quem mais precisa. A nossa missão continua a ser estar presentes na vida dos idosos que vivem em situação de solidão e fragilidade.
No dia 5 de janeiro, tive a alegria de participar numa visita muito especial a uma senhora que vive sozinha e que celebrava 83 anos. Levávamos connosco um bolo, um presente e, sobretudo, a vontade de lhe fazer sentir que não está esquecida. Cantámos os parabéns, partilhámos abraços e vimos os seus olhos brilharem ao apagar as velas


Foram momentos simples, mas carregados de ternura e significado. Por alguns instantes, aquela casa encheu-se de calor humano, risos e emoção. São gestos assim que transformam dias comuns em memórias felizes. Cada visita, cada palavra e cada presença contam mais do que imaginamos.

É neste espírito de proximidade e solidariedade que continuaremos o nosso trabalho ao longo de 2026.
Obrigada a todos os voluntários e amigos da associação por fazerem do amor ao próximo a nossa maior missão.


Este, foi um dos muitos aniversários que já tivemos o gosto de confraternizar com Velhos Amigos e é difícil de descrever, mas se refletirmos sobre o assunto, facilmente sentimos como é gratificante proporcionar o festejo do Aniversário a quem há muito o não festeja, ou até nunca teve quem lhes entoasse os parabéns a você!
Pois, com a Atlas e os voluntários há essa vontade de não passar em branco um aniversário dos nossos Velhos Amigos.

É comum até que digam, “eu até não ligo nada ao meu aniversário” ou “eu nem gosto de fazer anos” mas ao mostrarmos a nossa disponibilidade para o abraço,  para cantarmos os parabéns, não há quem resista!

Adelaide Conceição

Ana Paula Cordeiro             

                         

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Janeiro em Movimento, Rotina com Propósito

Janeiro chega com a serenidade dos começo e com a certeza de que a regularidade também é uma forma de cuidado. Ao longo do mês, mantemos o compromisso de estar presentes, próximos e atentos, com atividades planeadas para os nossos beneficiários nas delegações de Leiria, Marinha Grande e Pombal. Uma agenda simples, mas cheia de significado, onde cada encontro reforça laços, cria hábitos saudáveis e confirma que o trabalho contínuo é, muitas vezes, o que mais transforma.

Agenda de Janeiro

Atividades com os beneficiários nas Delegações de Leiria:
13 de janeiro- Escola José Saraiva (14h);
28 de janeiro- Radices (14h30);

Atividades com os beneficiários nas Delegações de Marinha Grande e Pombal:
Marinha Grande: 6, 13, 20, 27 de janeiro,
Pombal: 8, 15, 22, 29 de janeiro.

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Quando a Comunidade Abre Portas ao Afeto

Há dias simples que se transformam em dias grandes, não pelo luxo, mas pela atenção, pelo cuidado e pela vontade genuína de bem receber. Foi isso que aconteceu a 16 de dezembro, quando, a convite de Ana Roma e da sua mãe, os nossos idosos viveram uma experiência diferente, fora da rotina, num ambiente onde o acolhimento, a proximidade e a partilha falaram mais alto. A visita ao Belém Hotel tornou se um momento de convívio com significado, desses que aquecem a memória e confirmam que, quando a comunidade se envolve, o bem estar ganha outra dimensão.

No passado dia 16 de dezembro, tivemos o privilégio de ser convidados pela Diretora Ana Roma, e pela sua mãe, para uma visita muito especial ao Belém Hotel, com o objetivo de proporcionar aos nossos idosos um momento de convívio diferente do habitual.

A receção não poderia ter sido mais atenciosa, a Ana Roma e a sua mãe, a quem se juntaram outros familiares e os colaboradores do hotel, demonstraram desde o primeiro momento uma enorme disponibilidade e espírito de acolhimento, tendo pensado cuidadosamente em todos os pormenores para que a experiência fosse confortável, segura e memorável para todos os participantes. Para além da organização do transporte, fizeram questão de acompanhar o grupo ao longo de toda a visita, com grande simpatia e atenção.

Durante a visita, os nossos idosos tiveram ainda a oportunidade de conhecer melhor as instalações do hotel, incluindo alguns dos seus quartos, o que despertou grande curiosidade. Esta experiência permitiu-lhes contactar de perto com um ambiente diferente do seu quotidiano, proporcionando momentos de conversa e partilha de memórias.

O lanche servido foi verdadeiramente delicioso e preparado com muito cuidado, num ambiente acolhedor, e entre conversas animadas e muitos sorrisos, viveu-se um momento de grande alegria e descontração, que ficará certamente na memória de todos.

Este convívio reforçou a importância do contacto dos idosos com a comunidade, promovendo a inclusão e a partilha de momentos significativos, pelo que deixamos um sincero agradecimento à Ana Roma, à sua mãe e a todos os envolvidos, pela generosidade e carinho demonstrados, o que tornou este dia verdadeiramente especial.

Daniela Ferreira

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Ser voluntária, quando o tempo ganha nome, rosto e memória…

Num dia dedicado a quem dá sem esperar retorno, fez-se uma pausa para refletir, reconhecer e olhar em frente. Esta partilha nasce de um encontro que confirmou algo essencial, o voluntariado vive do coração, mas também merece visibilidade, respeito e futuro.

No passado dia 5 de dezembro, Dia Internacional do Voluntário, sentei-me numa sala cheia de pessoas diferentes, mas unidas por algo poderoso, a vontade de fazer a diferença. A palestra sobre o Cartão do Voluntário foi o mote desse encontro, mas saiu dali algo maior do que uma simples ferramenta, saiu a confirmação de que o voluntariado também merece ser visto, reconhecido e cuidado.


Falou-se de registo, de percurso, de horas convertidas em impacto social, de certificação, de uma identidade digital que acompanha quem dá o seu tempo aos outros. Falou-se do futuro, o que me fez voltar um pouco ao passado…

Sou voluntária da Atlas People Like Us desde 2018. Comecei apenas com disponibilidade, empatia e a certeza de que estar presente já era, por si só, um ato transformador, mas confesso que saber que esse caminho pode agora ser reconhecido trouxe-me uma sensação profunda de justiça e gratidão.

A palestra lembrou-nos que durante muito tempo o voluntariado foi invisível nas estatísticas, nos currículos, nas narrativas oficiais. Hoje, com o Cartão do Voluntário, há finalmente um esforço para dar corpo ao que sempre foi feito com o coração. Um cartão que não mede apenas horas, mas histórias. Que não soma apenas ações, mas impacto. Que não substitui a motivação, mas a valida.


Enquanto voluntária, percebo que este reconhecimento não muda a essência do que fazemos,  mas muda a forma como a sociedade olha para quem escolhe dar. Muda também a forma como nós próprios nos vemos. O voluntariado deixa de ser “apenas” algo que fazemos e passa a ser parte da nossa identidade cívica.

Ao sair da palestra, senti gratidão, pela Atlas, pelas pessoas que encontrei ao longo destes anos, pelas causas que me atravessaram e pelas versões de mim que nasceram em cada ação. O Cartão do Voluntário é um passo  realmente importante. Mas o verdadeiro cartão continua a ser aquele que carregamos dentro de nós, feito de compromisso, humanidade e vontade de construir um mundo mais justo, todos juntos.


O dia do voluntário, bem como todos os outros dias são de celebração do que fomos, o que somos e tudo aquilo que ainda seremos. Porque ser voluntária não é um capítulo da minha vida. É uma forma de estar nela.


Lisa Barbosa

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ONDE O TEMPO GANHA SENTIDO E A SOLIDARIEDADE NOS CONFORTA

Que este novo ano chegue sereno e firme, como sempre acreditámos que as coisas boas devem chegar, passo a passo, com trabalho, com presença, com humanidade.

Aos voluntários, que dão tempo, quando o tempo parece curto, aos amigos, que nunca faltam mesmo quando não fazem ruído, e aos responsáveis, que assumem a nobre tarefa de decidir e cuidar, deixamos um profundo obrigado e um voto de confiança renovada.

O caminho da nossa ONGD faz-se de gestos simples, de mãos estendidas, de valores antigos que nunca envelhecem, respeito, compromisso, solidariedade. É assim que honramos o passado e é assim que construímos o futuro.

Que este ano nos traga saúde, coragem tranquila e aquela alegria discreta que nasce de saber que estamos onde devemos estar. O mundo muda depressa, mas o essencial permanece, fazer o bem, com verdade, com rigor e com coração.

Seguimos juntos, com os pés assentes na terra e o olhar no amanhã. Bom ano, e que ele valha a pena.

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Agenda mensal, caminhos que seguimos juntos

A cada mês renova-se a oportunidade de caminhar lado a lado, com projetos que crescem, gestos que aproximam e pequenas ações que fazem a diferença. Nesta agenda encontra o que está para acontecer, sempre com o espírito de serviço que nos orienta e a vontade de construir um futuro mais consciente e solidário. Que cada data seja um motivo para estarmos presentes, com humildade e entusiasmo.                                                                                                                                                                    

Agenda de Dezembro
5 de dezembro- Sinalização do dia do Voluntariado em Pombal (Banco de Voluntariado Dar as Mãos);
17 de dezembro- Encontro ao Serão “Programação Neurolinguista- A ciência e a arte para a excelência humana”, pelas 21h na Biblioteca Municipal da Marinha Grande
Mercadinhos de Natal:
12, 13 e 14 de dezembro- Largo Papa Paulo VI em Leiria
13 e 21 de dezembro- Nas traseiras do Quartel dos Bombeiros, na Marinha Grande
Atividades com os beneficiários nas Delegações de Leiria:
2 de dezembro- Escola José Saraiva (14h);
10 de dezembro- Radices (14h);
16 de dezembro- Escola Domingues Sequeira (14h)
Atividades com os beneficiários nas Delegações de Marinha Grande e Pombal:
Marinha Grande: 2, 8, 15, 22 e 29 de dezembro;
Pombal: 4, 11, 18 de dezembro.                               

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O Poder da Solidariedade: Um Valor Para Todos os Dias!

A solidariedade é uma força silenciosa, mas profundamente transformadora. Torna-se mais visível no Natal, quando os gestos de partilha se multiplicam e a vontade de ajudar parece ganhar asas. Mas a verdade é que a solidariedade não é, e nunca deveria ser, exclusiva desta quadra. É um valor que faz sentido todos os dias, em todos os contextos e em todas as relações. Na ATLAS, acreditamos que cuidar dos outros é um ato de humanidade que não conhece calendário. O nosso trabalho, através de projetos como o Velhos Amigos, demonstra diariamente que a presença, o apoio e a partilha têm impacto em qualquer altura do ano, porque a necessidade não escolhe datas e o amor também não.

Ajudar sem julgamentos é um princípio fundamental que orienta tudo o que fazemos. Para nós, ajudar significa estar ao lado de alguém sem juízos de valor, sem perguntas que pesam, sem análises que afastam. Significa reconhecer o outro na sua dignidade, na sua história e no seu direito a ser cuidado. A solidariedade verdadeira não mede merecimentos, não avalia biografias e não decide quem é “suficientemente digno” de apoio. Simplesmente age. É por isso que, na ATLAS, defendemos uma solidariedade que acolhe, que abraça, que ouve e que nunca julga. Ajudar é, antes de mais, respeitar.

Quando alguém recebe apoio sem preconceitos, algo poderoso acontece: fortalece-se a autoestima, restaura-se a confiança, renova-se a esperança, e cria-se espaço para que a pessoa volte a acreditar em si e nos outros.

Um gesto solidário, mesmo pequeno, pode ser o ponto de partida para uma mudança profunda. Pode transformar o dia, o mês ou até a vida de alguém. É por isso que o nosso trabalho é contínuo, comprometido e guiado por valores e não por circunstâncias.

Solidariedade é relação, é presença, é cuidado. Não se trata apenas de entregar alimentos ou bens essenciais. Trata-se de criar laços. De ouvir histórias. De oferecer companhia.             
De dizer, com ações simples: “Você importa. Não está sozinho/a.”

É este espírito que queremos cultivar, no Natal, sim, mas também em janeiro, maio, setembro… em todos os dias em que alguém precisa de ser visto e lembrado. Queremos construir uma comunidade mais justa, mais humana e mais consciente. Uma comunidade onde ajudar não é exceção, mas prática diária. Onde não se olha para a fragilidade com crítica, mas com compreensão. Onde a solidariedade é um valor vivido e não apenas proclamado.

Contamos consigo para continuar a espalhar esta força que nos liga e transforma.

Porque quando ajudamos sem julgamentos, oferecemos mais do que apoio: oferecemos dignidade, respeito e esperança. E isso muda tudo.

Sara Dias e Patrícia Silva

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Pequenos Gestos que Transformam o Natal

O Natal é uma época marcada pela partilha, pela união e pela solidariedade. Mas para muitos idosos que vivem com dificuldades económicas, isolamento social ou solidão, esta quadra pode ser especialmente dura. Para fazer a diferença na vida destas pessoas,a Atlas através do seu projeto Velhos Amigos, lançou uma campanha de recolha de bens alimentares típicos de Natal.

A iniciativa convida todos a contribuir com compotas, bolachas, chocolates, doces, bacalhau, azeite e outros produtos, que serão entregues aos idosos acompanhados pelo projeto. Cada pequeno gesto tem o poder de encher uma mesa, mas também de aquecer o coração. Este é o momento ideal para transformar o espírito natalício em ação. Nesta época em que tantas pessoas enfrentam dificuldades, a solidariedade torna-se um presente precioso. Participar é simples e pode trazer um impacto enorme na vida de quem mais precisa.

Há muitas formas criativas de ajudar, sozinho ou em grupo e, para se inspirar, lanço aqui algumas ideias para se juntar a esta causa.

1. Fazer um jantar de Natal solidário

Imagine o jantar de Natal entre amigos onde, em vez da troca tradicional de prendas, cada convidado leva um alimento para doar. É uma forma bonita de celebrar a amizade e, ao mesmo tempo, ajudar quem mais precisa.

2. Envolver a empresa ou entidade patronal

Proponha à sua empresa a criação de um ponto de recolha interno.          
Muitas organizações valorizam ações de responsabilidade social e esta é simples de implementar: basta uma caixa bem assinalada e a divulgação entre colaboradores. Em pouco tempo, a recolha cresce e o impacto multiplica-se.

3. Mobilizar escolas, associações ou grupos locais

Comunidades escolares, escuteiros, clubes desportivos ou grupos culturais podem organizar recolhas conjuntas. É uma forma prática de sensibilizar crianças, jovens e famílias para a importância da solidariedade.

4. Substituir a prenda do “amigo secreto” por um donativo

Uma alternativa simpática e significativa: cada participante compra um produto alimentar típico de Natal. Todos contribuem e a causa agradece.

5. Envolver o comércio local

Mercearias, cafés, pastelarias, padarias ou lojas da sua zona de residência podem funcionar como pontos de recolha. Muitos comerciantes estão disponíveis para ajudar e adoram participar em iniciativas comunitárias.

6. Criar um desafio solidário nas redes sociais

Partilhe a campanha e desafie três amigos a contribuir também. Estas correntes espalham-se rapidamente e ajudam a multiplicar donativos.

Porque cada gesto importa. Para nós, um simples frasco de compota ou uma embalagem de bolachas pode parecer pouco. Para um idoso que vive sozinho ou com dificuldades, pode ser o suficiente para transformar um Natal triste num momento de alegria e conforto.

Este ano, podemos ser a diferença. Podemos ser o sorriso que chega numa caixa, o gesto que aquece um coração, a companhia que chega em forma de alimento.

Vamos juntos proporcionar um Natal mais feliz aos nossos Velhos Amigos, um projeto da ATLAS que todos podemos ajudar a crescer.

Sara Dias

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Participação na maior feira de voluntariado da cidade de Coimbra

No coração de Coimbra, a ATLAS participou na maior feira de voluntariado da cidade. Foi um dia de encontros, partilhas e olhares curiosos sobre os trabalhos feitos pelas mãos dos nossos idosos. Ali, entre tantas organizações boas, sentimos o calor de uma comunidade que acredita no bem e na força de quem se une para o fazer crescer.

No passado dia 29 de novembro, a ATLAS marcou presença no ACT (Agir, Construir, Transformar), a maior feira de voluntariado da cidade de Coimbra organizada pela associação Reabilita Coimbra. Este encontro reuniu inúmeras organizações empenhadas em promover o bem-estar social e fortalecer o tecido comunitário. Com esta participação, tivemos a oportunidade de partilhar a missão da ATLAS, apresentar os nossos principais projetos e dar a conhecer ao público os produtos criados pelos nossos idosos, que continuam a despertar interesse e curiosidade entre os visitantes.

Este evento proporcionou um ambiente de verdadeira partilha e aprendizagem, permitindo-nos conhecer de perto o trabalho de outras associações que, tal como nós, trabalham em prol de um bem comum. São estes momentos que reforçam a importância das parcerias e da colaboração entre instituições, fundamentais para ampliar o impacto social.

A presença da ATLAS no ACT, revelou-se assim uma experiência enriquecedora, reafirmando o valor do voluntariado e o poder transformador da união entre pessoas, comunidade e organizações.     

Daniela Ferreira

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